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EAN, GTIN e código de barras: quais as diferenças e como criar

Quem começa a vender produtos no varejo, em marketplaces ou em lojas físicas normalmente se depara com três termos que parecem significar a mesma coisa: EAN, GTIN e código de barras.

Apesar de estarem diretamente relacionados, eles não são exatamente iguais. Entender essa diferença é importante principalmente para quem pretende cadastrar produtos em plataformas de venda, organizar estoque, emitir documentos fiscais ou colocar mercadorias nas prateleiras de supermercados e lojas.

Na prática, o GTIN funciona como uma identificação numérica do produto. O EAN é uma das formas mais conhecidas dessa identificação e o código de barras é a representação visual usada para permitir a leitura automática por scanners.

Parece complicado no começo, mas a lógica é bastante simples quando entendemos a função de cada elemento.

Neste artigo, você vai descobrir qual é a diferença entre EAN, GTIN e código de barras, como eles funcionam, quando são necessários e como criar corretamente um código para seus produtos.

O que é GTIN?

GTIN é a sigla para Global Trade Item Number, que pode ser traduzida como Número Global de Item Comercial.

Ele funciona como uma espécie de identidade numérica de um produto.

Imagine que uma empresa fabrica vários produtos diferentes. Cada produto precisa possuir uma identificação própria para que sistemas de estoque, supermercados, distribuidores e marketplaces consigam diferenciá-los.

É justamente essa uma das principais funções do GTIN.

Ele permite identificar de maneira padronizada itens comercializados em diferentes lugares.

Um GTIN pode ser associado a informações como:

  • marca;
  • descrição do produto;
  • tamanho;
  • modelo;
  • peso;
  • embalagem;
  • quantidade;
  • versão do produto.

Cada variação comercial pode precisar de uma identificação diferente.

Por exemplo, imagine uma empresa que vende refrigerante.

Ela possui:

Refrigerante de 350 ml.

Refrigerante de 600 ml.

Refrigerante de 2 litros.

Apesar de serem produtos da mesma marca e sabor, as embalagens são diferentes. Dessa forma, cada uma normalmente possui uma identificação própria.

O mesmo acontece com roupas.

Uma camiseta tamanho P e uma camiseta tamanho G podem exigir identificações diferentes porque representam itens comerciais diferentes.

Por isso, o GTIN ajuda sistemas e empresas a saber exatamente qual produto está sendo vendido.

O que é EAN?

EAN significa originalmente European Article Number.

O sistema surgiu para identificar produtos comercializados no varejo e se tornou extremamente popular em vários países.

Hoje, quando alguém fala em código EAN, normalmente está se referindo ao número utilizado para identificação de produtos e que aparece associado ao conhecido código de barras presente nas embalagens.

Um dos formatos mais comuns é o EAN-13, composto por 13 dígitos.

É aquele número que normalmente aparece abaixo das barras pretas e brancas de embalagens encontradas em supermercados, farmácias e lojas.

Um exemplo fictício seria:

7891234567895

Esse conjunto de números pode representar um determinado produto.

O EAN-13 é amplamente utilizado em produtos vendidos no varejo.

Também existe o EAN-8, utilizado em determinadas situações em que a embalagem possui pouco espaço disponível para impressão.

Embora o termo EAN continue sendo muito utilizado no dia a dia, atualmente ele está inserido dentro do sistema global de identificação GTIN.

É justamente nesse ponto que muitas pessoas ficam confusas.

Qual é a diferença entre EAN e GTIN?

Uma maneira simples de entender é pensar da seguinte forma:

GTIN é o conceito geral de identificação do produto.

EAN é um dos formatos utilizados dentro desse sistema de identificação.

Isso significa que todo EAN utilizado para identificação comercial pode estar relacionado a um GTIN, mas nem todo GTIN necessariamente aparece no mesmo formato.

Existem diferentes estruturas de GTIN.

Entre elas estão:

  • GTIN-8;
  • GTIN-12;
  • GTIN-13;
  • GTIN-14.

O antigo EAN-13 corresponde ao formato conhecido atualmente como GTIN-13.

Já o EAN-8 corresponde ao GTIN-8.

A quantidade de dígitos muda conforme o tipo de identificação utilizada.

Por isso, quando um marketplace solicita o GTIN de um produto, muitas vezes o vendedor pode informar justamente o número localizado abaixo do código de barras.

Em grande parte dos produtos vendidos no Brasil, esse número possui 13 dígitos.

O que é código de barras?

O código de barras é a representação gráfica de uma informação numérica.

Ele é composto por barras verticais e espaços que podem ser reconhecidos por equipamentos de leitura.

A principal função do código de barras é permitir que máquinas identifiquem rapidamente aquele número.

Imagine um supermercado.

Quando o operador passa um produto pelo leitor do caixa, o equipamento lê as barras impressas na embalagem.

O sistema identifica o número relacionado ao produto e busca as informações cadastradas no banco de dados.

Então aparecem informações como:

nome do produto;

preço;

descrição;

quantidade;

dados de estoque.

Ou seja, o código de barras não armazena necessariamente todas essas informações diretamente.

Ele serve como uma chave para identificar o item dentro de um sistema.

Esse detalhe é importante porque muita gente acredita que o preço do produto está dentro do código de barras.

Na maioria das situações, não está.

O scanner simplesmente identifica o número e o sistema consulta as informações cadastradas.

Se o preço for alterado no sistema da loja, o código de barras da embalagem pode continuar exatamente o mesmo.

GTIN, EAN e código de barras são a mesma coisa?

Não.

Apesar de estarem relacionados, cada um possui uma função diferente.

Uma maneira simples de visualizar seria:

GTIN: número utilizado para identificar o produto.

EAN: formato tradicional de identificação utilizado principalmente no varejo.

Código de barras: representação gráfica utilizada para permitir que scanners leiam essa identificação.

Imagine o seguinte número fictício:

7890001234567

Esse número pode representar um GTIN-13.

Quando ele é transformado em barras verticais que podem ser lidas por um scanner, temos um código de barras.

Portanto, o número e o desenho não são exatamente a mesma coisa.

Essa diferença é especialmente importante para empresas que precisam cadastrar produtos em marketplaces ou sistemas de gestão.

Quais são os principais tipos de GTIN?

Existem diferentes formatos de GTIN utilizados conforme o produto e a finalidade.

GTIN-8

O GTIN-8 possui oito dígitos.

Ele pode ser utilizado em produtos com embalagens muito pequenas, onde seria difícil imprimir um código maior.

É menos comum do que o formato de 13 dígitos.

GTIN-12

O GTIN-12 possui 12 dígitos.

Esse formato é bastante relacionado ao sistema UPC, muito utilizado nos Estados Unidos e em outros mercados.

Empresas que importam produtos podem encontrar esse tipo de numeração.

GTIN-13

O GTIN-13 possui 13 dígitos.

Esse é um dos formatos mais encontrados em produtos vendidos no Brasil.

Ele é associado ao tradicional EAN-13 presente em diversas embalagens.

Produtos encontrados em supermercados, lojas de cosméticos, lojas de eletrônicos, farmácias e outros estabelecimentos frequentemente utilizam esse formato.

GTIN-14

O GTIN-14 possui 14 dígitos.

Ele costuma ser utilizado principalmente para identificação de agrupamentos logísticos e embalagens maiores.

Imagine uma caixa contendo várias unidades de um mesmo produto.

O produto individual pode possuir um GTIN-13 enquanto a caixa utilizada para distribuição possui outra identificação.

Essa estrutura facilita a logística e o controle de estoque.

Para que serve o dígito verificador do código?

Um detalhe interessante dos códigos GTIN é a presença de um dígito verificador.

Ele normalmente aparece no final da sequência numérica.

Sua função é ajudar a identificar erros de digitação ou leitura.

O sistema utiliza um cálculo matemático baseado nos números anteriores.

Imagine que um funcionário digite manualmente um código de produto e troque um dos números.

O dígito verificador pode fazer com que o sistema perceba que existe alguma inconsistência.

Essa característica reduz erros durante cadastros e movimentações de produtos.

Por isso, não é recomendado simplesmente inventar uma sequência numérica qualquer para tentar criar um GTIN.

Além de existir uma estrutura específica, o último número precisa ser calculado corretamente.

Como criar um código EAN ou GTIN?

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem começa a fabricar ou vender produtos próprios.

O primeiro passo é entender que existe uma diferença entre gerar uma imagem de código de barras e possuir uma identificação oficial para determinado produto.

Qualquer pessoa consegue utilizar um software para transformar números em barras.

Entretanto, isso não significa automaticamente que aquele número representa uma identificação comercial válida e exclusiva.

Empresas que precisam utilizar códigos reconhecidos dentro de cadeias comerciais normalmente devem obter suas identificações por meio do sistema responsável pela padronização desses números.

Depois de possuir a identificação correta, é possível gerar a representação gráfica em código de barras.

O processo costuma seguir uma lógica parecida com esta:

  1. identificar quais produtos precisam de códigos;
  2. separar cada variação comercial;
  3. obter os números de identificação adequados;
  4. cadastrar as informações dos produtos;
  5. gerar a imagem do código de barras;
  6. inserir o código na embalagem;
  7. testar a leitura antes da produção em grande escala.

Esse último passo é extremamente importante.

Um código pode parecer visualmente correto na tela do computador e ainda apresentar dificuldades de leitura depois de impresso.

Tamanho inadequado, baixa qualidade de impressão, contraste ruim e deformações na embalagem podem prejudicar o funcionamento.

Cada produto precisa ter um EAN diferente?

Na maioria das situações, cada item comercial diferente precisa possuir uma identificação própria.

Imagine uma empresa que vende café.

Ela possui:

Café tradicional de 250 g.

Café tradicional de 500 g.

Café tradicional de 1 kg.

Mesmo que o conteúdo seja semelhante, cada embalagem representa um produto comercial diferente.

Por isso, cada uma pode precisar de um GTIN próprio.

O mesmo raciocínio vale para sabores.

Imagine uma marca de suplemento que possui:

Whey sabor chocolate.

Whey sabor morango.

Whey sabor baunilha.

Cada sabor representa uma variação diferente.

Da mesma forma, mudanças importantes na quantidade, embalagem ou composição podem exigir uma nova identificação.

Essa organização permite que sistemas de estoque saibam exatamente qual versão foi vendida.

Posso criar um código de barras gratuito na internet?

Existem ferramentas capazes de gerar imagens de códigos de barras gratuitamente.

Elas podem transformar uma sequência numérica em barras que podem ser escaneadas.

Entretanto, existe um ponto fundamental.

Gerar as barras não significa criar automaticamente um GTIN oficial.

Se você colocar qualquer número em um gerador, provavelmente conseguirá obter uma imagem visualmente semelhante a um código comercial.

Isso não garante que esse número seja exclusivo ou reconhecido corretamente por sistemas externos.

Para controles internos, algumas empresas utilizam códigos próprios.

Nesse caso, a finalidade é apenas organizar estoque ou identificar itens dentro do próprio sistema.

Quando o produto será comercializado em supermercados, distribuidores ou grandes marketplaces, é importante verificar os requisitos de identificação exigidos.

Marketplace exige EAN ou GTIN?

Muitos marketplaces possuem campos específicos para GTIN, EAN, UPC ou outras identificações de produtos.

Esses dados ajudam a plataforma a reconhecer produtos iguais vendidos por lojistas diferentes.

Imagine que dez vendedores estejam anunciando exatamente o mesmo modelo de televisão.

O GTIN ajuda o sistema a identificar que todos aqueles anúncios estão relacionados ao mesmo produto.

Isso pode facilitar organização de catálogo, comparação de preços e padronização de informações.

Dependendo da categoria, alguns produtos podem possuir exceções ou dispensas.

Produtos artesanais, personalizados, kits específicos ou determinados itens sem identificação comercial podem seguir regras diferentes dependendo da plataforma.

Por isso, o vendedor deve verificar a exigência do canal em que pretende vender.

Quando existir um GTIN oficial para o produto, o ideal é utilizar exatamente a identificação correta.

Usar o código de outro produto pode gerar problemas no catálogo e até causar divergências nas informações do anúncio.

Qual a diferença entre EAN, UPC e ISBN?

Além do EAN e GTIN, existem outras siglas que aparecem com frequência.

Uma delas é UPC.

O UPC é muito utilizado principalmente nos Estados Unidos e possui normalmente 12 dígitos.

Ele está relacionado ao formato GTIN-12.

Já o ISBN é utilizado especificamente para identificação de livros e publicações.

Por isso, quem vende livros pode encontrar ISBN em vez de apenas um EAN tradicional.

O ISBN identifica informações como:

título;

edição;

formato;

editora;

versão da publicação.

Um mesmo livro em capa dura e brochura pode possuir identificações diferentes.

Apesar das diferenças entre os sistemas, todos possuem uma ideia semelhante: criar uma identificação padronizada para determinado item.

Como funciona o código de barras no estoque?

O código de barras pode facilitar bastante o controle de estoque.

Imagine uma loja com cinco mil produtos diferentes.

Controlar manualmente cada entrada e saída seria extremamente trabalhoso.

Com códigos de barras, o processo pode ser automatizado.

Quando uma mercadoria chega ao estoque, o funcionário escaneia o código.

O sistema registra a entrada.

Quando o produto é vendido, outro escaneamento registra a saída.

Isso permite acompanhar informações como:

  • quantidade disponível;
  • produtos vendidos;
  • itens com estoque baixo;
  • mercadorias mais procuradas;
  • histórico de movimentação;
  • necessidade de reposição.

Empresas maiores também podem utilizar códigos diferentes para caixas, lotes e unidades logísticas.

Essa organização ajuda a acompanhar produtos durante todo o caminho entre fabricante, distribuidor e varejista.

É possível ter código de barras sem GTIN?

Sim, dependendo da finalidade.

Uma empresa pode criar códigos internos para organização própria.

Imagine um pequeno estoque que possui materiais utilizados apenas pelos funcionários.

Esses itens não serão vendidos ao consumidor e não precisam necessariamente de uma identificação comercial global.

A empresa pode criar números internos e transformá-los em códigos de barras.

Por exemplo:

000001

000002

000003

Esses números poderiam representar materiais diferentes dentro do sistema interno.

O scanner faria a leitura normalmente.

Entretanto, esses códigos não devem ser confundidos com identificações comerciais globais.

Se a empresa pretende distribuir seus produtos amplamente no mercado, pode ser necessário utilizar uma identificação padronizada.

Como saber o EAN de um produto?

Normalmente, o EAN aparece abaixo do código de barras presente na embalagem.

Em muitos produtos vendidos no Brasil, serão encontrados 13 dígitos.

Por exemplo:

|||| || | ||| || ||||

7891234567890

As barras são utilizadas pelo scanner enquanto os números permitem que uma pessoa também consiga identificar ou digitar o código manualmente.

O EAN também pode aparecer em documentos internos, sistemas de estoque, cadastros de fornecedores e plataformas de venda.

Caso você seja fabricante, é importante manter um cadastro organizado relacionando cada produto ao seu respectivo código.

Uma planilha simples pode conter:

Produto Variação GTIN
Camiseta básica Preta P 0000000000000
Camiseta básica Preta M 0000000000001
Camiseta básica Preta G 0000000000002

Os números acima são apenas exemplos ilustrativos.

Esse tipo de organização evita que dois produtos recebam incorretamente a mesma identificação.

O código de barras define o preço do produto?

Não.

Essa é uma dúvida bastante comum.

O preço normalmente fica registrado no sistema da loja.

O código apenas identifica o produto.

Imagine que um pacote de biscoito custe R$ 5 hoje.

Na semana seguinte, o supermercado altera o preço para R$ 6.

A embalagem não precisa receber um código de barras novo apenas porque o preço mudou.

O scanner identifica o produto e o sistema consulta o valor atualizado.

Por isso, lojas conseguem realizar promoções e mudanças de preço sem modificar os códigos das embalagens.

Como fazer o código de barras funcionar corretamente?

Não basta apenas gerar a imagem.

A impressão também precisa permitir que leitores consigam interpretar as barras corretamente.

Alguns cuidados ajudam a evitar problemas.

O primeiro é manter bom contraste.

Barras escuras sobre fundo claro costumam oferecer ótima leitura.

Também é importante respeitar as áreas livres ao redor do código.

Essas regiões ajudam o leitor a identificar onde o código começa e termina.

Outro cuidado envolve o tamanho.

Reduzir demais o código para fazê-lo caber na embalagem pode prejudicar a leitura.

Superfícies curvas também exigem atenção.

Uma embalagem cilíndrica pode deformar visualmente as barras dependendo da posição em que o código é aplicado.

Antes de imprimir milhares de embalagens, vale realizar testes com leitores reais.

Esse cuidado pode evitar prejuízos significativos.

EAN e GTIN são obrigatórios para todos os produtos?

Não necessariamente.

A necessidade depende do tipo de produto, do canal de venda e das exigências comerciais ou fiscais aplicáveis.

Uma pessoa que vende produtos artesanais diretamente pelas redes sociais pode enfrentar requisitos diferentes de uma empresa que deseja colocar seus produtos em grandes redes de supermercados.

Marketplaces também podem possuir políticas específicas.

Algumas categorias exigem identificação enquanto outras permitem exceções.

Por isso, quem pretende profissionalizar uma operação deve verificar os requisitos antes de cadastrar grandes quantidades de produtos.

Mesmo quando não existe uma exigência imediata, utilizar identificações organizadas pode facilitar bastante o crescimento da empresa.

Qual é a melhor forma de organizar GTINs dentro da empresa?

Uma boa gestão evita códigos duplicados e erros no cadastro.

O ideal é manter um registro centralizado com informações como:

  • nome do produto;
  • marca;
  • SKU interno;
  • GTIN;
  • descrição;
  • peso;
  • tamanho;
  • cor;
  • embalagem;
  • status do produto.

O SKU e o GTIN não devem ser confundidos.

O SKU é normalmente um código criado internamente pela própria empresa para organizar produtos.

Já o GTIN segue um padrão de identificação comercial.

Por exemplo, uma loja poderia criar o seguinte SKU:

CAM-PRE-M

Isso poderia significar:

CAM = camiseta.

PRE = preta.

M = tamanho médio.

Ao mesmo tempo, o produto poderia possuir um GTIN numérico oficial.

Os dois códigos podem coexistir.

O SKU facilita a organização interna enquanto o GTIN ajuda a identificar o produto em sistemas externos.

Afinal, qual é a diferença entre EAN, GTIN e código de barras?

A diferença fica muito mais simples quando cada conceito é separado.

O GTIN é o número global utilizado para identificar um item comercial.

O EAN é um sistema tradicional de identificação muito conhecido no varejo e relacionado atualmente a formatos de GTIN, como o GTIN-13.

O código de barras é a representação visual que permite que equipamentos façam a leitura automática desse número.

Na prática, ao observar uma embalagem no supermercado, você pode encontrar as barras pretas e brancas e logo abaixo uma sequência de números.

As barras representam o código de barras.

Os números representam a identificação do produto.

Para fabricantes e vendedores, compreender essa diferença ajuda a evitar erros no cadastro de mercadorias, marketplaces e sistemas de estoque.

Antes de criar qualquer identificação, é importante definir onde o produto será comercializado e quais requisitos precisam ser atendidos. Dessa forma, a empresa consegue organizar seu catálogo desde o início e evita problemas quando começar a trabalhar com novos canais de venda.